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	<title>MicroFisio SC</title>
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	<description>Depressão - Fibromialgia - Intolerância a Lactose - Mais</description>
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		<title>Sintomas e tratamento dos Medos na Infância com Microfisioterapia</title>
		<link>https://microfisiosc.com/medos-na-infancia-microfisioterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Microfisio SC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 20:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">Os transtornos ansiosos na infância e adolescência preocupam a Sociedade Brasileira de Pediatria, e encontram-se entre as condições psiquiátricas mais comuns.</p>
<p>Pois, cerca de 10 a 15% das crianças em algum momento durante a infância experimentam um transtorno de ansiedade e têm maior risco de depressão e ansiedade na vida adulta.</p>
<p>Sendo assim, os medos na infância causam, dentre os fatores de risco para a depressão em pediatria, pode-se citar:</p>
<ul>
<li>Problemas emocionais durante a gestação;</li>
<li>Vivências com separações;</li>
<li>Depressão materna;</li>
<li>Estresse tóxico na infância;</li>
<li>Agressões físicas;</li>
<li>Quantidade insuficiente de horas de sono pela faixa etária;</li>
<li>Oportunidades e brincadeiras ao ar livre, na natureza, limitadas.</li>
<li>Outro fato é a redução do tempo de presença dos pais;</li>
<li>O cyberbullying: com uso de internet e equipamentos eletrônicos estão surgindo este desencadeante: exposição excessiva às telas, como televisão e celulares; conteúdos inadequados ou violentos (através de games e filmes).</li>
</ul>
<p>Portanto, continue com a leitura e saiba o que acontece quando alguma criança possui este tipo de medo e quais as formas de se realizar o tratamento. Boa leitura!</p>
<p>A Microfisioterapia pode lhe ajudar no tratamento de traumas na infância! Agende agora sua consulta&#8230;</div>
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				<div class="et_pb_text_inner">A Microfisioterapia pode lhe ajudar no tratamento de traumas na infância! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Sintomas dos medos na infância</h2>
<p><strong>Dessa forma, os medos da infância podem ocasionar muitos sintomas nas crianças e adolescentes.</strong> Contudo, no geral, os principais sintomas ocasionados são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Sentimento de culpa ou baixa autoestima;</li>
<li>Dificuldade de tomar decisões;</li>
<li>Sonolência excessiva,</li>
<li>Sono irregular e não reparador,</li>
<li>Humor deprimido,</li>
<li>Desinteresse pelas atividades habituais e por brincadeiras;</li>
<li>Redução da energia,</li>
<li>Aparecimento de irritabilidade;</li>
<li>Dificuldade de concentração;</li>
<li>Alterações do apetite;</li>
<li>Perda ou ganho de peso;</li>
<li>Agitação psicomotora ou lentidão;</li>
<li>Pensamentos suicidas.</li>
</ul>
<p>Contudo, quando os medos na infância ocorrem em crianças nas quais tem idade abaixo de 12 anos, é muito comum isso se manifestar de outras formas, dentre elas, temos as seguintes queixas somáticas, veja abaixo:</p>
<ul>
<li>Dor de “barriga”;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Náuseas;</li>
<li>Dores nas pernas;</li>
<li>Choro fácil;</li>
<li>Roer unhas;</li>
<li>Recusa em ir à escola;</li>
<li>Comportamento opositor.</li>
</ul>
<p>Sendo assim, infelizmente, algum grau de ansiedade é um aspecto normal do desenvolvimento de medos na infância. Portanto, veja abaixo as causas mais comuns:</p>
<ul>
<li>A maioria das crianças pequenas revelam algum medo ao se separarem das mães, especialmente em ambientes não familiares;</li>
<li>Entre os 3 e 4 anos, é comum os medos do escuro, de monstros, de aranhas;</li>
<li>A criança quando tímida reage com medo ou afastando-se;</li>
<li>Nas crianças maiores, os medos mais comuns são de agressão ou de morte, sua ou de pessoas próximas;</li>
<li>As crianças maiores e os adolescentes frequentemente ficam ansiosos quando precisam apresentar um livro diante de seus colegas.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, os medos, assim como o prazer, são essenciais em nossa riqueza emocional como seres vivos, contudo é importante saber quando os medos na infância podem estar deixando sequelas para a vida inteira de uma criança.<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2021/02/traumas-na-infancia.jpg" width="800" height="439" alt="traumas na infancia" class="wp-image-1375 aligncenter size-full" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2021/02/traumas-na-infancia.jpg 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2021/02/traumas-na-infancia-480x263.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<h3>O Tratamento</h3>
<p><strong>Primeiramente, o tratamento médico eficaz dos medos na infância requer a combinação de várias intervenções, como a terapia cognitivo-comportamental, a familiar, e frequentemente a medicamentosa.</strong> Portanto, aplicar no dia a dia da criança brincadeiras e atividades prazerosas torna o processo de cura dos medos na infância mais rápidos e efetivos.</p>
<p>Dessa forma, quando sou procurado por uma família que observa esses sintomas em seu filho, posso assegurar que a lista de técnicas nas quais eu atuo podem ser aplicadas com repercussões positivas. Sendo assim, pode-se eleger de acordo com a idade dessa criança ou adolescente e seu grau de entendimento, entre a Microfisioterapia, Nova Medicina Germânica ou Constelações Estruturais diante da maior eficiência e eficácia.</p>
<p>Portanto, seja diante de transtorno de ansiedade, timidez, nervosismo ao apresentar trabalho na escola, algum posicionamento em seu território, medos de monstros ou tempestades, os resultados do tratamento de medos na infância são bastante significativos, além de serem recomendados pela <a href="https://www.sbp.com.br/" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">A Microfisioterapia pode lhe ajudar no tratamento de traumas na infância! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
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			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>Refluxo Gastroesofágico &#8211; Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://microfisiosc.com/refluxo-gastroesofagico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2019 17:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
		<category><![CDATA[Distúrbios Digestivos]]></category>
		<category><![CDATA[Microfisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>O que é Refluxo gastroesofágico</h2>
<blockquote><p><strong>Refluxo gastroesofágico</strong> (<i>RGE</i>) é o retorno involuntário do conteúdo gástrico para o esôfago. É um disturbio digestivo em que o ácido do estômago ou a bile voltam pelo esôfago, causando irritação. </p></blockquote>
<h2>Sintomas do Refluxo gastroesofágico</h2>
<p>Os <strong>Sintomas do Refluxo Gastroesofágico</strong> são:</p>
<ul>
<li>Azia</li>
<li>Indigestão</li>
<li>Sensação de queimação na garganta</li>
<li>Regurgitação de alimentos</li>
<li>Dificuldade de engolir</li>
<li>Tosse seca após alimentar-se</li>
<li>Laringite e outras infecções</li>
</ul>
<h2>Refluxo em Bebês</h2>
<p>O <strong>RGE</strong> Refluxo Gastroesofágico, ocorre em aproximadamente <strong>25% dos bebês</strong> assustando pais, trazendo muito desconforto para o bebê, pelos engasgos e leite regurgitado.</p>
<h2>Refluxo em Adultos</h2>
<p>O refluxo também assola quase <strong>20% dos adultos</strong>, sendo o <strong>segundo maior problema das doenças do trato digestivo</strong>. <strong>Muitos adultos tem refluxo</strong> há anos, sofrendo sem encontrar solução para o refluxo.</div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_0 et_pb_promo  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_dark">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description et_multi_view_hidden"></div>
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			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Tratamento do Refluxo Gastroesofágico pela Microfisioterapia</h2>
<p>A <strong>Microfisioterapia</strong> e a <a href="https://microfisiosc.com/leitura-biologica-nova-medicina-germanica/"><strong>Nova Medicina Germânica</strong></a> trazem uma nova luz à <strong>resolução do Refluxo Gastroesofágico</strong>.</p>
<p>Tanto em <strong>adultos</strong> com refluxo quanto em <strong>bebês</strong>, neonatos com refluxo, os <strong>resultados bastante expressivos</strong>. </p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de bebês, primeiramente, as mães trazem ao consultório seus filhos com 30 dias de vida.</p>
<p>Com a Microfisioterapia, <strong>o resultado é visível após 40 dias</strong>. Enfim, eles retornam com sintomas diminuídos, menos chorosas e resistentes e menos resistentes à alimentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na maioria destes casos, todavia, <strong>2 atendimentos são suficientes</strong> para sanar grande porcentagem dos sintomas.</span></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_1 et_pb_promo  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_dark">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><div>A Microfisioterapia pode ajudar muito no tratamento do  refluxo, <strong>amenizando e até eliminando seus sintomas</strong>. </div></div>
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			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Entendendo mais sobre o RGE</h3>
<p>O <strong>refluxo em crianças</strong> é classificado em fisiológico, funcional e patológico primário e secundário:</p>
<ul>
<li> O <strong>RGE fisiológico</strong> é caracterizado por refluxo episódico, no <strong>período pós refeição</strong></li>
<li>Pode ocorrer até três episódios curtos, nas duas primeiras seguintes a refeição.</li>
<li>Já o <strong>RGE funcional</strong> ocorre em maior frequência do que o fisiológico, porém, sem causar doença para a criança</li>
<li>O RGE funcional é denominado <i>funcional</i> por não haver qualquer disfunção básica (mecânica, inflamatória, infecciosa ou bioquímica) que possa levar ao refluxo. Trata-se de um <strong>processo de maturidade gastrointestinal</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">O refluxo pode ser <strong>oculto</strong> ou <strong>silencioso</strong>, podendo se transformar em patológico</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p></blockquote>
<h3>Complicações ocasionadas pelo Refluxo Gastroesofágico</h3>
<p>Dentre as complicações do RGE cita-se:</p>
<ul>
<li>A <strong>asma brônquica</strong></li>
<li>Os problemas <strong>otorrinolaringológicos</strong></li>
<li>Os <a href="https://microfisiosc.com/intolerancia-alimentar/"><strong>problemas de alimentação</strong></a></li>
<li>A <strong>cólica do lactente</strong></li>
<li>E a <strong>erosão dentária</strong></li>
<li>O RGE também pode ser considerado o fator responsável pela <strong>dificuldade alimentar</strong>, tanto em recém nascidos como em crianças maiores</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-936 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/04/RGE-Refluxo-Gastroesofágico.jpg" alt="RGE - Refluxo Gastroesofágico" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/04/RGE-Refluxo-Gastroesofágico.jpg 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/04/RGE-Refluxo-Gastroesofágico-480x263.jpg 480w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/04/RGE-Refluxo-Gastroesofágico-300x165.jpg 300w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/04/RGE-Refluxo-Gastroesofágico-768x421.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h2>Outros Sintomas de Refluxo Gastroesofágico</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas mais comuns que sugerem um problema de alimentação são<strong> dificuldades na sucção e deglutição, apneia, tosse repetitiva e/ou engasgos, irritabilidade excessiva</strong>, alterações de comportamento durante a alimentação, tempo de amamentação maior que 30 a 40 minutos, recusa alimentar e déficit de crescimento</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência de vômito, regurgitação, engasgos, falta de ar, esofagite, disfagia, queimação e dores abdominais fazem com que a criança relacione a alimentação com desconforto, dor e desprazer.</span></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_2 et_pb_promo  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_dark">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><div>A Microfisioterapia pode ajudar muito no tratamento do  refluxo, <strong>amenizando e até eliminando seus sintomas</strong>. </div></div>
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			</div>
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			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sofre de Hiperidrose ? Veja como a Microfisioterapia pode ajudar!</title>
		<link>https://microfisiosc.com/hiperidrose-e-a-microfisioterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 13:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
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]]></description>
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					<div class="et_pb_row et_pb_row_2">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_2  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><strong>A hiperidrose é um distúrbio caracterizado por transpiração excessiva e incontrolável</strong>, além do nível necessário para a termorregulação (regulação da temperatura corporal).</p>
<p>Sua origem pode ser desconhecida (idiopáticos), de origem genética ou secundários a outras doenças, como infecções, distúrbios neurológicos, distúrbios metabólicos como hipertireoidismo, obesidade, alcoolismo, neoplasias, lesões da medula espinhal, ansiedade, síndrome do pânico e estresse.</p>
<p>Pode afetar todo tegumento ou limitar-se à região palmoplantar, axilar, inframamária, inguinal, interglútea ou craniofacial.</div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">A Microfisioterapia pode lhe ajudar no tratamento Hiperidrose! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
<p><a class="typeform-share button" style="display: inline-block; text-decoration: none; background-color: #1b4e4e; color: white; cursor: pointer; font-family: Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 18px; line-height: 45px; text-align: center; margin: 0; height: 45px; padding: 0px 30px; border-radius: 18px; max-width: 100%; white-space: nowrap; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis; font-weight: bold; -webkit-font-smoothing: antialiased; -moz-osx-font-smoothing: grayscale;" href="https://brworks.typeform.com/to/tn7hau" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-mode="drawer_left" data-hide-headers="true" data-hide-footer="true">Agendar horário! </a> <script> (function() { var qs,js,q,s,d=document, gi=d.getElementById, ce=d.createElement, gt=d.getElementsByTagName, id="typef_orm_share", b="https://embed.typeform.com/"; if(!gi.call(d,id)){ js=ce.call(d,"script"); js.id=id; js.src=b+"embed.js"; q=gt.call(d,"script")[0]; q.parentNode.insertBefore(js,q) } })() </script></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">O gene 14q11.2-q13 tem sido associado com hiperidrose palmar, a qual acomete ambos os sexos e, principalmente, a etnia japonesa.</p>
<blockquote><p>Para aqueles que sofrem, a hiperidrose causa profundo embaraço &#8211; nos níveis social, psicológico, profissional e emocional.</p></blockquote>
<p>Sua incidência fica entre 0,6% a 1% da população, e ocorrem com maior frequência em pacientes jovens. Em 2004, nos Estados Unidos, verificou-se um número de 150.000 pessoas com hiperidrose (2,9% da população estudada), sendo 51% axilar, 25% palmar e 20% facial. Desses pacientes, 38% necessitaram de tratamento cirúrgico.</p>
<p>Enquanto a sudorese axilar e plantar, na maioria dos casos, causa desconforto, a hiperidrose palmar causa problemas sociais, profissionais e, várias vezes, psicológicos.</p>
<p>O grau de comprometimento da qualidade de vida em pacientes com hiperidrose se compara ao observado em pacientes com doenças crônicas, como psoríase grave, insuficiência renal e artrite reumatoide em estágio avançado.</p>
<p>Ainda não se sabe se a incidência de hiperidrose é realmente maior no sexo feminino.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1273 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/12/Hiperidrose.png" alt="Hiperidrose" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/12/Hiperidrose.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/12/Hiperidrose-480x263.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<h2>Tipos de Hiperidrose</h2>
<p>Fazer a distinção entre Hiperidrose Primária (HP) e hiperidrose secundária (SH) é crucial para definir o tratamento mais adequado.</p>
<p>A simpatectomia toracoscópica videoassistida é o tratamento padrão para a HP das mãos e axilas, com um nível alto de satisfação e baixo índice de complicações, especialmente para bloqueios nervosos baixos.</p>
<p><strong>Hiperidrose secundária generalizada:</strong> causada por uma condição médica ou pelo efeito colateral de uma medicação, como consequência direta de algum agente causador que esteja ocasionando o problema.</p>
<p><strong>Hiperidrose Primária</strong> ou essencial é um distúrbio caracterizado por sudorese excessiva e incontrolável, na falta de uma causa que seja clara. É uma doença ligada ao estresse emocional ou fatores psicológicos, que afeta preferencialmente as axilas, palmas das mãos, plantas dos pés e face.</p>
<p>Sua incidência fica entre 0,6% a 1% da população, e ocorrem com maior frequência em pacientes jovens.</p>
<p>Em 2004, nos Estados Unidos, verificou-se um número de 150.000 pessoas com hiperidrose (2,9% da população estudada), sendo 51% axilar, 25% palmar e 20% facial. Desses pacientes, 38% necessitaram de tratamento cirúrgico.</p>
<p>Enquanto a sudorese axilar e plantar, na maioria dos casos, causa desconforto, a hiperidrose palmar causa problemas sociais, profissionais e, várias vezes, psicológicos.</p>
<h2>Tratamentos</h2>
<p>Os tratamentos convencionais para essa afecção não garantem resultados que satisfaçam o paciente, tornando os procedimentos cirúrgicos necessários.</p>
<p>Uma opção de tratamento baseia-se na remoção das glândulas écrinas e apócrinas (geralmente as que causam odor) da região axilar.</p>
<p><strong>Várias técnicas foram propostas, todas com alto índice de complicações.</strong> A cirurgia endoscópica é menos invasiva e garante menores índices de complicações, sendo, portanto, uma ótima indicação de tratamento.</p>
<p>Desse modo, o bloqueio por cirurgia guiada por vídeo do ramo simpático tornou-se uma abordagem para o tratamento de hiperidrose quando o tratamento conservador não trouxe efeitos.</p>
<p>Entre as vantagens da cirurgia endoscópica que vêm sendo continuamente reconhecidas, vantagens como a menor intensidade de dor pós-operatória, o menor tempo de permanência hospitalar, o retorno mais precoce às atividades normais e com melhores resultados estéticos.</p>
<p>No entanto, está associada à complicações potencialmente relevantes, como sudorese compensatória pós-operatória e sudorese recorrente.</p>
<p>Em estudos recentes relacionados ao tratamento da simpatectomia, a Hiperidrose compensatória aparece entre 40 a 55% dos pacientes, assim como uma secura excessiva de alguma regiões do corpo.</p>
<p>Sabe-se que a HC (<strong>hiperidrose compensatória</strong>) é o principal e indesejável efeito colateral que aparece com o passar do tempo e não está relacionado à extensão da simpatectomia.</p>
<p>A secura excessiva é relatada por alguns pacientes sem melhora ao longo do tempo. Entretanto, o grau de satisfação pós-operatório é alto, mas diminui ao longo do tempo devido ao aparecimento de efeitos colaterais.</p>
<p>A HC é uma situação comum em pacientes que realizam simpatectomia, sendo imprescindível que os mesmos estejam cientes disso.</p>
<h4>Medicamentos</h4>
<p>Infiltrações intradérmicas de Toxina Botulínica são opções efetivas, porém, limitam-se pelo custo, tempo de efetividade e desconforto local.</p>
<p>Anticolinérgicos sistêmicos, como glicopirrolato, propatelina, benzitropina e oxibutinina, reduzem a sudorese corporal, contudo, associam-se a midríase, constipação, boca seca, visão borrada e retenção urinária. Bloqueadores de canais de cálcio, benzodiazepínicos e indometacina são também descritos para o tratamento de formas palmoplantares.</p>
<p>Tratamentos conservadores propostos pela fisioterapia incluem: iontoforese e fonoforese.</p>
<p>A iontoforese utiliza corrente elétrica de baixa intensidade, que transporta drogas pelo gradiente formado. A fonoforese emprega ultrassom para ampliar a absorção percutânea de fármacos.</p>
<p>Um estudo propondo fonoforese, empregando-se aparelho de ultrassom terapêutico 3MHz por dez minutos em cada mão, modulação contínua, frequência de 1MHz, intensidade de 0,4W/cm2, durante dez dias consecutivos.</p>
<p>Incorporado a 200g de gel de carbopol 1%, um frasco de BTX (Botox 100UI, Allergan Inc.) foi dissolvido em 1,5ml de soro fisiológico estéril e depois o preparado foi armazenado em geladeira e utilizado em todas as sessões.</p>
<blockquote><p><strong>A melhora relatada pelos pacientes ficaram entre 70 e 80%.</strong></p></blockquote>
<p>Destaquem-se a facilidade de aplicação e a ausência de efeitos adversos como características favoráveis ao uso dessas técnicas na hiperidrose palmar.</p>
<h2>Microfisioterapia e a Leitura Biológica no tratamento da Hiperidrose</h2>
<p>Sobre um resultado bastante específico utilizando-se das técnicas Microfisioterapia e <a href="https://microfisiosc.com/leitura-biologica-nova-medicina-germanica/">Nova Medicina Germânica</a> (Leitura Biológica) uma adolescente de 15 anos que tinha suas mãos molhadas de suor e frias, principalmente em situações de maior exigência no seu dia-a-dia como apresentação de trabalhos ou provas escolares. <strong>Relatava uma autocobrança bastante elevada.</strong></p>
<p><strong>O resultado foi expressivo após concluir 4 atendimentos</strong>, na sudorese e também na percepção de que as pressões sobre suas responsabilidades podem ser aliviadas, trazendo ganho de desempenho nas suas tarefas escolares e obviamente fora da escola também.</div>
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				<div class="et_pb_text_inner">A Microfisioterapia pode lhe ajudar no tratamento Hiperidrose! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4></h4>
<h4>Referências bibliográficas:</h4>
<p>ANDRADE, Patrícia Cristina. Tratamento da hiperidrose palmar com onabotulinumtoxinA veiculada por iontoforese ou fonoforese &#8211; relato de casos. Disponível em: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0365-05962011000600037&amp;lang=pt" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0365-05962011000600037&amp;lang=pt</a></p>
<p>HASIMOTO, Erica Nishida. Hyperhidrosis: prevalence and impact on quality of life. Disponível em: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1806-37132018000400292&amp;lang=pt" target="_blank" rel="EXTERNAL noopener noreferrer">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1806-37132018000400292&amp;lang=pt</a></p>
<p>NICOLINI, Eveline Montessi. Simpatectomia torácica por videotoracoscopia: revisão da literatura. Disponível em: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-69912019000200302&amp;lang=pt" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-69912019000200302&amp;lang=pt</a></div>
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		<title>Conheça os Distúrbios da Olfação: Hiposmia ou Anosmia!</title>
		<link>https://microfisiosc.com/disturbios-da-olfacao-hiposmia-ou-anosmia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 00:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://microfisiosc.com/disturbios-da-olfacao-hiposmia-ou-anosmia/">Conheça os Distúrbios da Olfação: Hiposmia ou Anosmia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://microfisiosc.com">MicroFisio SC</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Hiposmia ou Anosmia são distúrbios relacionados a olfação.</p>
<p>A olfação é o primeiro órgão dos sentidos a se desenvolver embriologicamente. É um dos fatores que permitem ao ser humano compreender e se relacionar com o meio ambiente, sendo importante para uma boa qualidade de vida.</p>
<p>Além disso, serve como<strong> importante instrumento de alerta contra perigos a nossa vida</strong>: alimentos estragados, fumaças de incêndio, gases tóxicos.</p>
<p>Sua disfunção acarreta importantes perdas sociais, principalmente em bombeiros, empregados de empresas de perfumes ou gourmets.</p>
<p>Vamos falar mais sobre estas patologias da olfação, acompanhe!</p>
<h2>Epidemiologia &#8211; Hiposmia e Anosmia</h2>
<p>Aproximadamente 2/3 dos casos de anosmia e hiposmia crônica são devidos a infecções de vias aéreas superiores, trauma nasal e doenças dos seios paranais.</p>
<p>Em menor proporção, as alterações olfativas podem estar associadas a erros cirúrgicos (septoplastias, rinoplastias, turbinectomias, radioterapia, medicações), neoplasias intranasais (papiloma invertido, hemangioma e estesioneuroblastoma), tumores ou lesões intracranianas (Sd. de Foster Kennedy, meningioma do canal olfatório, gliomas do lobo frontal, lesões associadas a epilepsia), doenças neurodegenerativas, agentes tóxicos, distúrbios psiquiátricos, distúrbios endócrinos e metabólicos.</p>
<p>Os distúrbios da olfação são uma queixa freqüente, acometendo acima de 2 milhões de adultos nos EUA.</p>
<p>Estas alterações ocorrem em metade da população entre 65 e 80 anos e em torno de 75% da população acima dos 80 anos de idade.</p>
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1227 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/11/Distúrbios-da-Olfação-Hiposmia-ou-Anosmia.png" alt="Distúrbios da Olfação Hiposmia ou Anosmia" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/11/Distúrbios-da-Olfação-Hiposmia-ou-Anosmia.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/11/Distúrbios-da-Olfação-Hiposmia-ou-Anosmia-480x263.png 480w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/11/Distúrbios-da-Olfação-Hiposmia-ou-Anosmia-300x165.png 300w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/11/Distúrbios-da-Olfação-Hiposmia-ou-Anosmia-768x421.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></h3>
<h3>Anatomia e Histologia</h3>
<p>A região póstero-superior das fossas nasais (teto da cavidade nasal, cornetos superiores e porção superior do septo nasal) também chamada de olfatória, é constituída pela mucosa olfatória tendo área de cerca de 2,5 cm.</p>
<p>Ela é formada pelos neurônios bipolares, que possuem dois prolongamentos, um que se dirige para a membrana basal e outro que se estende até a superfície do epitélio olfatório formando uma dilatação chamada de vesícula olfatória de onde se originam 15-20 cílios sensoriais que se projetam pela camada de muco.</p>
<p>Apresentam uma das menores velocidades de condução. Grupos desses axônios se organizam em feixes, originado do I par craniano (nervo olfatório).</p>
<p>Esses neurônios possuem capacidades regenerativa única dentre os neurônios sensitivos.</p>
<p>Ainda na região olfatória das fossas nasais encontramos outras células importantes, tais como as células basais, que são as células tronco progenitoras do epitélio olfatório, e originam as células do epitélio olfatório.</p>
<p>Quando uma destas últimas células morrem, existe um mecanismo que desencadeia divisão e diferenciação das células basais em um novo neurônio olfatório, característica não encontrada em neurônios do sistemas visual ou auditivo.</p>
<p>O muco presente recobrindo todo o epitélio é produzido pelas glândulas de Bowman e contém imunoglobulinas A e M, lisozima, lactoferrina e proteínas de ligação para agentes odoríferos.</p>
<p>Existem também mecanismos quimioceptivos não específicos derivados de terminações nervosas livres do V, IX e X pares cranianos, responsáveis, por exemplo pela queimação sentida após ingestão de pimenta, sendo geralmente preservada em indivíduos com anosmia.</p>
<h2>Definições de Hiposmia e Anosmia</h2>
<p><strong>Anosmia e Hiposmia: ausência e diminuição da olfação.</strong></p>
<p>Podemos agrupar as causas em:</p>
<ol>
<li><strong>Intranasal:</strong> que impedem a passagem de partículas odoríferas até a zona olfatória, ou lesam as terminações nervosas olfatórias (pólipos, hipertrofia acentuada dos cornetos, edema devido rinite alérgica crônica, atrofias de mucosa nasal, Sd. deSjögren, uso de cocaína, doenças granulomatosas;</li>
<li><strong>Extranasal intracraniana:</strong> tumor de lobo frontal, anosmia congênita seletiva, trauma, atrofia difusa senil, meningite, oclusão vascular cerebral, esclerose múltipla, miastenia gravis, Parkinson, hidrocefalia, tabes dorsalis);</li>
<li><strong>Extranasal extracraniana: </strong>Sd Turner, disautonomia familiar, DM, pseudohipoparatireoidismo, déficit de vitamina A, hipotireoidismo, hepatite, IRC, póslaringectomia.</li>
</ol>
<h4>Outras Patologias Relacionadas a Olfação</h4>
<p>Além destas patologias, temos também:</p>
<ul>
<li><strong>Hiperosmia:</strong> aumento da olfação, pode ocorrer em gestação, hipertireoidismo, psicoses, lesão de ponta do lobo temporal, como na aura epilética, em insuficiência córtico-adrenal, na mucoviscidose, na hiperplasia adrenal congênita virilizante não hipertensiva.</li>
<li><strong>Cacosmia:</strong> sensação de odores desagradáveis que pode ser subjetiva quando só o indivíduo sente (sinusite purulenta) ou objetiva quando o indivíduo e outras pessoas sentem, como em tumores ou corpo estranho). Na rinite ozenosa somente as outras pessoas sentem, pois há lesão de terminações nervosas do paciente e/ou fadiga do nervo em conseqüência da percepção contínua dos odores fétidos.</li>
<li><strong>Parosmia\Disosmia:</strong> distorção de odores, interpretação errônea de uma sensação olfatória. O indivíduo refere que &#8220;nada cheira certo&#8221; ou que &#8220;tudo tem o mesmo cheiro&#8221;.</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Fantosmia:</strong> </span> sensação de odores que não existem, intermitente ou constante, os odores são geralmente descritos como podres (ovos podres ou fezes). Pode surgir como aura de epilepsia ou em portadores de neurite gripal.</li>
<li><strong>Agnosia:</strong> inabilidade para classificar, identificar ou constatar uma sensação odorífera verbalmente.</li>
</ul>
<h2>Investigação e Identificação da Hiposmia e Anosmia</h2>
<p>O médico irá <strong>investigar infecções de vias aéreas superiores</strong>, sintomas alérgicos, alteração de gustação, estimar o grau de perda olfatória, uni ou bilateralidade, tabagismo, etilismo, radiação, cirurgias, trauma, dieta, alterações sistêmicas como hipotireoidismo, doença metabólica e alteração psicológica.</p>
<blockquote><p>Em cerca de 22% dos casos nenhuma causa é encontrada.</p></blockquote>
<p>Doença nasal e sinusal obstrutiva (23%) é a <strong>causa mais comum de distúrbio olfatório</strong>. Se a obstrução é total, o indivíduo apresenta anosmia (moléculas odoríferas não atingem o epitélio olfatório), liberando a obstrução a habilidade olfatória retorna.</p>
<h4>Exames</h4>
<p>Em Exame físico, atenção especial para boca, nariz, faringe e sistema neurológico. Características da mucosa e do muco nasal, presença de pólipos, secreção, massas, perfurações.</p>
<p>Exames complementares: A endoscopia nasal é útil no acesso à fenda olfatória, sendo em conjunto com a tomografia computadorizada.</p>
<p>A RNM é útil para avaliação do bulbo olfatório, tratos olfatórios e causas intracraniana de distúrbios da olfação. Entretanto, a estimulação e mensuração da olfação é importante, além da queixa subjetva do paciente tenta quantificar a olfação.</p>
<p>São usados piridina, nbutil álcool (solúveis em água e fácil identificação) e fenil-etil-álcool cheiro de rosa e menor reatividade trigeminal. Contudo, paciente precisa identificar: nomear os odores.</p>
<h3>Causas e Agravantes</h3>
<p>Em exposição à tóxicos a perda olfatória pode ocorrer em dias ou anos, podendo ser reversível ou permanente.</p>
<p><strong>São exemplos de drogas que afetam a olfação:</strong> Anfetaminas Antibióticos, Cocaína Derivados de petróleo, Metais pesados, Solventes orgânicos Sulfato de zinco(tópico) Tetracloreto de carbono.</p>
<p><strong>Tabagismo:</strong> acrescenta duas vezes mais chance de apresentar distúrbio da olfação.</p>
<p>Possui efeitos a longo prazo, reversíveis, podendo demorar o mesmo número de anos para o restabelecimento da função olfatória que o tempo de tabagismo.</p>
<p>Curiosamente temos citações de que as mulheres tem habilidade olfatória melhor que os homens, principalmente na fase pré-ovulatória.</p>
<p>A diminuição olfatória também se deve ao<strong> processo fisiológico de envelhecimento</strong>, ocorrendo na sexta/sétima década, ou às doenças de Alzheimer e Parkinson.</p>
<p>A esquizofrenia pode cursar com alucinações olfatórias em 15-30% das vezes. Pacientes com depressão maior podem apresentar mesmo sintoma.</p>
<p><strong>Cirurgias como causa:</strong> temos dano neural durante um processo cirúrgico, estreitamento do fluxo nasal por alterações anatômicas ou tecido cicatricial.</p>
<p><strong>Laringectomizados:</strong> o ar não passa pelo nariz portanto teremos anosmia.</p>
<p><strong>Cirurgia fossa anterior:</strong> pós neurocirurgia transesfenoidal pode ocorrer lesão de lâmina crivosa.</p>
<h2>Tratamentos para Hiposmia e Anosmia</h2>
<p>Tratamento medicamentoso através de antibióticos, descongestionantes, corticóides tópicos, imunoterapia.</p>
<p>Cirurgia de seios paranasais, polipectomia (retirada de uma massa nasal), septoplastia (correção de desvio de septo).</p>
<p>Um terço recupera-se espontaneamente com ou sem tratamento.</p>
<h2>Tratamento através da Microfisioterapia e Demais Técnicas</h2>
<p>Um caso clinico me foi apresentado por uma paciente de 56 anos de idade.</p>
<p>Ela relatou, portanto, que havia perdido olfato e gustação após passar por episódio de gripe, próximo a 100% mediante avaliações com médicos especialistas.</p>
<p>Estava há aproximadamente 2 anos sem sentir aromas e odores.</p>
<p>A preocupação estava relacionada, sobretudo, com o receio de ingerir alimentos estragados, com odores que poderiam ser desagradáveis após atividade física ou em banheiros da sua casa e empresa acompanhavam o dia a dia da paciente.</p>
<p>Assim como limitações em eventos sociais ao degustar um alimento onde só havia a memória dos sabores. Ou ainda, se havia exagerado a quantidade de perfume, gerava uma certa tristeza.</p>
<p>Ao 4º atendimento a paciente referia oscilações de olfato e gustação ainda fraca.</p>
<p>Dando sequência através de técnicas como <a href="https://microfisiosc.com/constelacoes-estruturais/">Constelações Estruturais</a>, Ciclos de Vida, Terapia Crânio Sacral e <a href="https://microfisiosc.com/leitura-biologica-nova-medicina-germanica/">Nova Medicina Germânica</a> os sentidos perdidos foram reaparecendo de forma gradual e <strong>significativa dentro de aproximadamente 8 meses.</strong></p>
<p><strong>Após 12 meses a recuperação já era referida quase que em sua totalidade. Essa abordagem iniciou há 4 anos.</strong></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode lhe ajudar nos distúrbios de olfação! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>Referências bibliográficas:</h4>
<p>NAKASATO, Alexandre Akio. Distúrbios da Olfação. Disponível em: <a href="https://forl.org.br/Content/pdf/seminarios/seminario_58.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://forl.org.br/Content/pdf/seminarios/seminario_58.pdf</a></p>
<p>NETO, Francisco Xavier Palheta. Anormalidades sensoriais: Olfato e paladar. Disponível em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/aio/v15n3/v15n3a14.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.scielo.br/pdf/aio/v15n3/v15n3a14.pdf</a></p>
<p>FRIED, Marvin P. Perda do olfato. Disponível em: <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-ouvido,-nariz-e-garganta/sintomas-de-dist%C3%BArbios-do-nariz-e-da-garganta/perda-do-olfato" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-ouvido,-nariz-e-garganta/sintomas-de-dist%C3%BArbios-do-nariz-e-da-garganta/perda-do-olfato</a></p>
<p>Revista Veja. Disponível em: <a href="https://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-conseguem-restaurar-olfato-com-terapia-genetica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-conseguem-restaurar-olfato-com-terapia-genetica/</a></p>
<p>ARAGUAIA, Mariana.Anosmia. Disponível em: <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/doencas/anosmia.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/doencas/anosmia.htm</a></p>
<p>LEZCANO. Arturo. O chef que perdeu o paladar. Disponível em: <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/12/eps/1565603225_599930.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/12/eps/1565603225_599930.html</a></p></div>
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		<item>
		<title>Microfisioterapia com foco em: Felicidade e Prosperidade como Realidade</title>
		<link>https://microfisiosc.com/microfisioterapia-felicidade-e-prosperidade-como-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 12:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Participação em Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://microfisiosc.com/?p=1158</guid>

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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_15  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Sobre um assunto que despertou interesse de outras pessoas que vem com intuito de agregar saúde a humanidade que está despertando para mais equilíbrio, mais qualidade, prosperidade e não somente apenas ausência de saúde, criaram o <strong>Simpósio da Paz, Felicidade e Terapia Quântica</strong>.</p>
<p>Uma conversa amiga e informal e contendo cientificidade sólida para somar o que pode estar faltando para nosso passo adiante.</p>
<p>Aplicado ao propósito do simpósio apresenta-se a<strong> prosperidade resultante da aplicação das técnicas de Microfisioterapia</strong>, <a href="https://microfisiosc.com/leitura-biologica-nova-medicina-germanica/">Nova Medicina Germânica</a> e Constelações Estruturais.</p>
<div id="attachment_1164" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1164" class="wp-image-1164" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade.jpg" alt="Participação no Simpósio da Paz, Felicidade e Terapia Quântica - Microfisioterapia e Prosperidade" width="800" height="600" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade.jpg 1024w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade-980x735.jpg 980w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade-480x360.jpg 480w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade-300x225.jpg 300w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade-768x576.jpg 768w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/10/Participação-no-Simpósio-da-Paz-Felicidade-e-Terapia-Quântica-Microfisioterapia-e-Prosperidade-510x382.jpg 510w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1164" class="wp-caption-text">Participação no Simpósio da Paz, Felicidade e Terapia Quântica &#8211; Microfisioterapia e Prosperidade</p></div>
<h3>Aplicando a Microfisioterapia com o objetivo de Prosperidade</h3>
<p>As <a href="https://microfisiosc.com/constelacoes-estruturais/">constelações estruturais</a> atuam em assuntos pessoais, sociais, laborais e organizacionais trazendo respostas ao que se deve modificar.</p>
<p>É através da mente, do sentimento e de traumas que são desenvolvidas os principais problemas que somos acometidos, podendo boquear nossas ações.</p>
<p><strong>A nova medicina germânica é a ferramenta que temos para busca de soluções.</strong></p>
<blockquote><p>“A microfisioterapia é capaz de encontrar lesões do passado, do presente e compreender o porquê que certas pessoas têm dificuldades de ir para o futuro, de ser livre”.</p></blockquote>
<p>Desta frase dos desenvolvedores da Microfisioterapia, quem passa por um tratamento através dela percebe nitidamente suas vidas modificarem, saírem da uma estagnação clínica ou até mesmo iniciarem novas jornadas que há muito não ocorria.</p>
<p>Poderíamos utilizar questionamentos e dicas importantes para despertar ações e resoluções:</p>
<ul>
<li><em>Existe algo em si que dificulta sua vida?</em></li>
<li><em>Há falta de empatia para consigo mesmo e com rede de relacional?</em></li>
<li><em>Dificuldades em desaprender a reclamar, agir e mudar, agradecer?</em></li>
<li><em>Consegue observar crenças limitantes? Crenças como promessas suas ou contratos?</em></li>
<li><em>Percebe ação de seus próprios julgamentos?</em></li>
<li><em>E deixar de lado coisas sem importância?</em></li>
<li><em>Está Praticando o que faz diferença na sua vida?</em></li>
<li><em>Criando projetos futuros com detalhes e vislumbrando resultados?</em></li>
</ul>
<p>Ao que se olha cresce em importância: medos, dificuldades, resiliência, instrução, decretos de mudanças, e a seguir, novas jornadas. Evoluir os seus exemplos.</p>
<p>Os <strong>recursos estão disponíveis a nossa utilização</strong>, basta ir de encontro e aguardar os benefícios ocorrerem.</p>
<h2>A Microfisioterapia como ferramenta para a Resolução de Conflitos</h2>
<p>É muito natural que tenhamos afinidade por pessoas com hábitos saudáveis e que tem a nossa mesma energia.</p>
<p>Nossa afinidade energética nos inspira, nos alegra, nos faz sentir e ter escolhas saudáveis, proporciona amabilidade, dignidade, capacidade, força e criatividade.</p>
<blockquote><p>Caso estejamos dispostos a olhar para um assunto em dificuldade, a solução será sim encontrada, e dificilmente as evoluções não acontecerão.</p></blockquote>
<p>Desta forma, a Microfisioterapia irá trabalhar sobre sistema de funcionamento biológico, restaurando seu funcionamento normal. <strong>Isso irá  repercutir como evolução, como prosperidade.</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_16  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode lhe ajudar a alcançar a Felicidade e Prosperidade como Realidade! Agende agora sua consulta&#8230;</p>
<p><a class="typeform-share button" style="display: inline-block; text-decoration: none; background-color: #1b4e4e; color: white; cursor: pointer; font-family: Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 18px; line-height: 45px; text-align: center; margin: 0; height: 45px; padding: 0px 30px; border-radius: 18px; max-width: 100%; white-space: nowrap; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis; font-weight: bold; -webkit-font-smoothing: antialiased; -moz-osx-font-smoothing: grayscale;" href="https://brworks.typeform.com/to/tn7hau" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-mode="drawer_left" data-hide-headers="true" data-hide-footer="true">Agendar horário! </a> <script> (function() { var qs,js,q,s,d=document, gi=d.getElementById, ce=d.createElement, gt=d.getElementsByTagName, id="typef_orm_share", b="https://embed.typeform.com/"; if(!gi.call(d,id)){ js=ce.call(d,"script"); js.id=id; js.src=b+"embed.js"; q=gt.call(d,"script")[0]; q.parentNode.insertBefore(js,q) } })() </script></p></div>
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			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<p>O post <a href="https://microfisiosc.com/microfisioterapia-felicidade-e-prosperidade-como-realidade/">Microfisioterapia com foco em: Felicidade e Prosperidade como Realidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://microfisiosc.com">MicroFisio SC</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microfisioterapia e Cirurgias Estéticas e Reparadoras</title>
		<link>https://microfisiosc.com/microfisioterapia-e-cirurgias-esteticas-e-reparadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 01:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Participação em Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://microfisiosc.com/?p=1140</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://microfisiosc.com/microfisioterapia-e-cirurgias-esteticas-e-reparadoras/">Microfisioterapia e Cirurgias Estéticas e Reparadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://microfisiosc.com">MicroFisio SC</a>.</p>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_17  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Assunto apresentado em<a href="https://www.cifcer.com.br/" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"> 1º Congresso Internacional de Cirurgias Estéticas e Reparadoras em Salvador BA</a>, trata de experiências clínicas ao que envolve o campo da estética seja por correção a patologias ou diretamente ligadas ao descontentamento do cliente diante do visual do seu corpo que não lhe agrada.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row --><div class="et_pb_row et_pb_row_6">
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				<div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img decoding="async" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA.jpg" alt="" title="" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-1080x1080.jpg 1080w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-980x980.jpg 980w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-480x480.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" /></span>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column --><div class="et_pb_column et_pb_column_1_2 et_pb_column_7  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_1">
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img decoding="async" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-2.jpg" alt="" title="" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-2-1080x1080.jpg 1080w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-2-980x980.jpg 980w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Congresso-BA-2-480x480.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" /></span>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row --><div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_8  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_18  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Segue os itens que podem ser abordados com resultados bastante satisfatórios e que podem ocorrer tanto em pré-operatório quanto em pós-operatório:</p>
<ul>
<li>Visão errônea do seu próprio corpo</li>
<li>Não aceitação de sua individualidade</li>
<li>Beleza padronizada pela sociedade</li>
<li>Pânico de realizar um processo cirúrgico estético</li>
<li>Não aceitação da idade</li>
<li>Baixa auto-estima/amor próprio</li>
<li>Não pertencimento ao meio de convívio/integração</li>
<li>Dificuldade de iniciar mudanças de hábitos: dieta, exercícios</li>
<li>Dores locais não associados a palpação</li>
<li>Sensação de ter efetuado a cirurgia há poucos dias, tendo passado mais de 12 meses</li>
<li>Sensação de sangramento</li>
<li>Sensação de descolamento da pele e músculos</li>
<li>“Não consigo sair de casa assim, as pessoas me olham”</li>
<li>Dimensões do corpo em bariátricas</li>
<li>Sensação de expressão congelada</li>
<li>Ombro com redução de movimentos após cirurgia de mama</li>
<li>Não aceitação pelo paciente de sua beleza natural</li>
<li>Não aceitação de sua identidade – essência desconsiderada</li>
<li>Pessoas em grandes desvalorizações: compensando falta de amor próprio, ou sequência de traição por exemplo.</li>
<li>Busca do reconhecimento no meio de convívio</li>
<li>Não aceitação de sua idade</li>
<li>Não querer ser reconhecido</li>
<li>A alta ingesta calórica mesmo após cirurgia bariátrica</li>
<li>O não reconhecimento da sua nova imagem e dimensões</li>
</ul>
<p>Transtorno Dismórfico Corporal – paciente fica no espelho buscando por defeitos inexistentes ou sutis da sua aparência e acaba por executar sequencias de cirurgias plásticas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1146" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Microfisioterapia-e-Cirurgias-Estéticas-e-Reparadoras.png" alt="Microfisioterapia e Cirurgias Estéticas e Reparadoras" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Microfisioterapia-e-Cirurgias-Estéticas-e-Reparadoras.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Microfisioterapia-e-Cirurgias-Estéticas-e-Reparadoras-480x263.png 480w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Microfisioterapia-e-Cirurgias-Estéticas-e-Reparadoras-300x165.png 300w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/09/Microfisioterapia-e-Cirurgias-Estéticas-e-Reparadoras-768x421.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<blockquote><p><strong><a href="https://microfisiosc.com/tpm-ou-spm-sindrome-pre-menstrual/">Confira como a Microfisioterapia pode ajudar na TPM!</a></strong></p></blockquote>
<h2>Microfisioterapia pode lhe ajudar nestes casos pós Cirurgias Estéticas</h2>
<p>As indicações de tempo, número e formato de atendimentos permanecem iguais, são total de 3 a 4 atendimentos intervalados de 30 dias aproximadamente.</p>
<p>A microfisioterapia é capaz de encontrar lesões do passado, do presente e compreender o porquê que certas pessoas têm dificuldades de ir para o futuro, de serem livres.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_19  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento de diversas doenças e transtornos! Agende agora sua consulta&#8230;<br />
<a class="typeform-share button" style="display: inline-block; text-decoration: none; background-color: #1b4e4e; color: white; cursor: pointer; font-family: Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 18px; line-height: 45px; text-align: center; margin: 0; height: 45px; padding: 0px 30px; border-radius: 18px; max-width: 100%; white-space: nowrap; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis; font-weight: bold; -webkit-font-smoothing: antialiased; -moz-osx-font-smoothing: grayscale;" href="https://brworks.typeform.com/to/tn7hau" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-mode="drawer_left" data-hide-headers="true" data-hide-footer="true">Agendar horário! </a> <script> (function() { var qs,js,q,s,d=document, gi=d.getElementById, ce=d.createElement, gt=d.getElementsByTagName, id="typef_orm_share", b="https://embed.typeform.com/"; if(!gi.call(d,id)){ js=ce.call(d,"script"); js.id=id; js.src=b+"embed.js"; q=gt.call(d,"script")[0]; q.parentNode.insertBefore(js,q) } })() </script></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
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			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
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			</item>
		<item>
		<title>Psoríase &#8211; Entenda esta patologia!</title>
		<link>https://microfisiosc.com/psoriase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://microfisiosc.com/?p=1119</guid>

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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_20  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A <strong>psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele</strong> que afeta cerca de 2% da população mundial e 3 milhões de pessoas no Brasil.</p>
<p>Entenda mais sobre esta patologia e como a Microfisioterapia pode ajudar!</p>
<h2>O que é a Psoríase?</h2>
<p>É caracterizada por placas na pele que descamam. <strong>Aparecem geralmente nos cotovelos, joelhos, pés, mãos, região sacral e couro cabeludo</strong> ou mesmo em todo o corpo. Com períodos de exacerbações e desaparecimento dos sintomas.</p>
<p>Podendo acometer além da pele, unhas e articulações e afetam homens e mulheres de todas as raças, igualmente.</p>
<p>Apesar de apresentar evolução benigna, o agravo gera significativa morbidade física e psicológica. Desta forma, causa importante impacto na qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1132" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/08/PSORÍASE-1.png" alt="PSORÍASE" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/08/PSORÍASE-1.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/08/PSORÍASE-1-480x263.png 480w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/08/PSORÍASE-1-300x165.png 300w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/08/PSORÍASE-1-768x421.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h2>Tratamento Adequado</h2>
<p>O tratamento baseia-se na <strong>avaliação dos critérios de gravidade</strong> (Psoriasis Area Severity Index – PASI) e do impacto na qualidade de vida e visa à remissão da doença ou ao aumento do período livre de lesões.</p>
<p>Cerca de 125 milhões de pessoas são acometidas por psoríase mundialmente, correspondendo a 2,2% da população. No Brasil, não há um estudo específico sobre sua prevalência. Porém, acredita-se que 1% dos brasileiros possuam a patologia.</p>
<h4>Evolução da Psoríase</h4>
<p>A psoríase apresenta, na maioria dos casos, uma evolução benigna. Todavia, quando há exacerbação clínica da morbidade, está relacionada ao maior impacto ainda maior nos âmbitos físicos e psíquicos do paciente, com a redução da sua qualidade de vida.</p>
<p>O tratamento da psoríase é instituído com base no Índice da Área e Severidade da Psoríase (PASI). Que procura quantificar a gravidade da doença, avaliando as quatro regiões (cabeça, tronco, membros superiores e inferiores). Estas, de acordo, portanto, com a intensidade do eritema, espessura e descamação das lesões.</p>
<h4>Medicações</h4>
<p>Derivados tópicos de vitamina D têm efeitos imunomoduladores, e têm sido amplamente utilizados em monoterapia ou em combinação com esteroides. A última alternativa é considerada terapia de primeira linha para a maioria dos pacientes com psoríase leve a moderada, demonstrando eficácia e segurança no tratamento de pacientes com psoríase em placas.</p>
<p>Entretanto, evidências de que a psoríase é uma doença sistêmica, envolvendo muitas comorbidades, sugerem a importância de se analisar o tratamento dessa doença com a vitamina D oral, dados os poucos estudos que investigam essa modalidade em pacientes com psoríase.</p>
<p>O envolvimento ocular é particularmente comum e afeta 12% dos casos.</p>
<p>Por ser uma doença inflamatória crônica e sistêmica, a psoríase, além de possuir grande impacto social e psicológico, pode tornar-se incapacitante.</p>
<p>Ainda há uma dificuldade por parte dos profissionais de saúde em tratar essa doença, por conta das suas diversas apresentações clínicas, além de estar intimamente ligada ao emocional do paciente.</p>
<p>Recentemente, a Associação Britânica de Dermatologistas <strong>sugere que o uso contínuo de tratamento por drogas biológicas</strong>, ocorra com um PASI maior do que 10 e um Índice Dermatológico de Qualidade de Vida (DLQI) maior do que 153.</p>
<p>O tratamento imunobiológico para psoríase só é recomendado a partir das formas moderadas e severas. Após a tentativa e falha da fototerapia, de acordo com os guias terapêuticos nacionais e internacionais.</p>
<h4>Terapia</h4>
<p>De acordo com o Consenso Brasileiro de Psoríase (2012) a terapia com este tipo de medicação deve ser considerada em pacientes com:</p>
<ul>
<li><strong>Psoríase Recalcitrante</strong>; intolerância ou fracasso da terapia sistêmica clássica; pacientes com grave deterioração da qualidade de vida e/ou incapacidade física.</li>
<li><strong>Artrite psoriásica</strong>; comprometimento articular de coluna, dedos com articulações dolorosas e edemaciadas e inflamações dos tendões.</li>
</ul>
<p><strong>Os imunobiológicos são</strong>: os Inibidores do Fator de Necrose Tumoral alfa (TNF-α), representados pelo Etanercepte, Adalimumabe e Infliximabe; e o Inibidor da Interleucina (IL) 12/23, representado pelo Ustekinumabe.</p>
<p>A administração desses medicamentos bem como o acompanhamento da evolução são feitos por especialistas na área da dermatologia.</p>
<h2>Microfisioterapia como Tratamento da Psoríase</h2>
<p>Alguns casos de psoríase já apresentaram sucesso expressivo após atendimentos com a Microfisioterapia. Estes, na maioria das vezes associada a Nova Medicina Germânica e Constelações Estruturais.</p>
<p>De maneira geral em um período de 90 dias aproximadamente, e 2 a 3 atendimentos com as técnicas acimas citadas, o <strong>resultado já começa a aparecer diminuindo os sintomas entre 50 e 80%</strong>.</p>
<p><strong>Agende sua consulta e aproveite os benefícios da Microfisioterapia você também!</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_21  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento da Psoríase e outras doenças e transtornos! Agende agora sua consulta&#8230;<br />
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		<item>
		<title>Cervicalgia &#8211; Síndromes Dolorosas Miofasciais (SDMs)</title>
		<link>https://microfisiosc.com/cervicalgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 17:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_22  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Conheça a Cervicalgia e como a Microfisioterapia pode auxiliar no tratamento desta síndrome!</h2>
<p>As dores em região de nuca, ou acima dos ombros, comumente ditas. A cervicalgia é causa comum de dor na população geral com prevalência de 10% a 15%, acometendo em torno de 67% a 70% de indivíduos adultos em algum momento de sua vida.</p>
<p>A incidência anual em adultos é de 14,6%, sendo que as mulheres têm uma  maior probabilidade do que os homens de desenvolver dores cervicais e de sofrer com problemas cervicais persies.</p>
<p><strong>O uso de computadores e a sobrecarga de trabalho estão associados ao aumento de sintomas cervicais.</strong></p>
<p>As causas mais comuns dessas dores são: degeneração, inflamações primárias da coluna, posturas anormais, ansiedade e depressão são as causas mais comuns de SDMs cervicais.</p>
<p>A Síndrome Dolorosa Miofascial pode acompanhar também outras afecções como hérnias discais, traumatismos, tumores, infecções regionais e ou sistêmicas.</p>
<p>Seu diagnóstico como problema isolado requer o descartar de várias outras hipóteses. Muitos músculos da região cervical podem ser sede de SDMs.</p>
<p>A dor ocorre geralmente em doentes que são propensos a lesões traumáticas cervicais, ocupacionais ou não costuma ser precipitada por fadiga ou estresses psicológicos e outros fatores.</p>
<p><strong><a href="https://microfisiosc.com/">Veja em quais situações a Microfisioterapia é indicada!</a></strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_23  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento da Cervicalgia! Agende agora sua consulta&#8230;<br />
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1100 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/07/Cervicalgia-e-Microfisioterapia.png" alt="Cervicalgia e Microfisioterapia" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/07/Cervicalgia-e-Microfisioterapia.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/07/Cervicalgia-e-Microfisioterapia-480x263.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></h2>
<h2>Causas da Síndromes Dolorosas Miofasciais</h2>
<p>Várias são as causas da cervicalgia. As síndromes dolorosas miofasciais são as mais prevalentes.</p>
<p>Devido à riqueza da inervação das estruturas da região cervical e da grande quantidade de estruturas aí localizadas.</p>
<p>É necessário por diagnóstico preciso para que a intervenção terapêutica mais apropriada sejam aplicadas aos pacientes.</p>
<p><strong>Os elementos de história clínica e de exames físicos são mais importantes que os dados de exames complementares para o estabelecimento das razões da ocorrência de cervicalgia.</strong></p>
<p>Como degenerações da coluna vertebral são de elevada prevalência na comunidade e, freqüentemente assintomáticas, os achados de exames de imagem devem ser validados apenas quando houver correlação com os elementos da avaliação clínica.</p>
<p>O tratamento da cervicalgia fundamenta-se na eliminação das causas, no uso de medidas farmacológicas, medicina física e reabilitação, psicoterapia e, quando necessário, de procedimentos ortopédicos, neurocirúrgicos.</p>
<h2>Cervicalgia e a Microfisioterapia</h2>
<p>A indicação de utilização da <a href="https://microfisiosc.com/o-que-e-microfisioterapia/">Microfisioterapia</a> é feita com segurança por quem atua nessa técnica.</p>
<p>Os resultados gradativamente acabam ocorrendo dentro de 30 a 60 dias e 2 atendimentos, com respostas progressivas.</p>
<p>Pacientes de pós operatório de artrodese cervical que mantem os sintomas do pré operatório obtém grande sucesso da mesma maneira com relação aos não submetidos ao processo cirúrgico.</p>
<p><strong>Lembrando que isso é um relato do dia-a-dia em consultório e não uma pesquisa.</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_25  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento da Cervicalgia! Agende agora sua consulta&#8230;<br />
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			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_26  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h4>Referências:</h4>
<p><a href="http://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/69931/72583" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cervicalgias &#8211; Revista USP</a></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
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		<title>Roer as Unhas &#8211; Você tem este hábito? Entenda a Onicofagia</title>
		<link>https://microfisiosc.com/roer-as-unhas-onicofagia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_27  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O termo técnico para o hábito de roer as unhas é onicofagia</strong> e “pode levar a problemas psicossociais significativos e ter um impacto negativo na qualidade de vida” das pessoas, de acordo com um estudo publicado em 2016 na revista on-line PubMed.com</p>
<p>Estudos estimam que o hábito afete em torno de 30% da população mundial.</p>
<p>Os motivos para a prática variam: <strong>nervosismo, ansiedade, tédio, fome, frustração e até mesmo como uma forma de relaxamento.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-970 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/roer-unhas.png" alt="roer as unhas" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/roer-unhas.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/roer-unhas-480x263.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<p>Entretanto, as causas que levam a isso ainda permanecem um mistério para a ciência e para a comunidade médica. Como afirma um estudo sobre o tema publicado na revista especializada Iranian Journal of Medical Sciences, segundo informações da BBC Brasil.</p>
<blockquote><p>Roer unhas também pode causar problemas nas unhas, dentes, gengivas e articulação temporo-mandibular.</p></blockquote>
<p>Para pesquisadores, este problema é tão difícil de tratar que é preciso um esforço multidisciplinar envolvendo dermatologistas, pediatras e dentistas, fonoaudiólogos.</p>
<p>As estatísticas estimam que 45% dos adolescentes roem as unhas. No entanto este número cai de forma significativa quando falamos de adultos. O dado sugere que é possível sim abandonar o hábito, por mais difícil que seja.</p>
<p>A maioria dos que conseguem relatam fracasso em tentativas anteriores. Felizmente, os métodos são muitos e variam desde soluções domésticas, como as broncas dos pais e amigos, substâncias com sabores desagradáveis colocadas nos dedos, até terapias ou dispositivos como pulseiras que dão choques elétricos para tentar corrigir vícios.</p>
<h2>Onicofagia e a Microfisioterapia</h2>
<p>Com certa frequência recebo em consultório e buscando uma possível solução da onicofagia através da <strong><a href="https://microfisiosc.com/o-que-e-microfisioterapia/">microfisioterapia</a>, <a href="https://microfisiosc.com/leitura-biologica-nova-medicina-germanica/">leitura biológica</a> ou <a href="https://microfisiosc.com/constelacoes-estruturais/">constelações.</a></strong></p>
<p>Na maioria das vezes os pais levam seus filhos, que ainda pequenos já roem as unhas das mãos e até mesmo dos pés.</p>
<p>Muitas vezes também apresentam associado quadro de ansiedade, agitação, agressividade, sono agitado.</p>
<p>Felizmente os resultados aparecem em boa porcentagem ou até mesmo em sua totalidade dentro de 3 ou 4 atendimentos.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_3 et_pb_promo  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_dark">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><div><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento de diversas doenças e transtornos, <strong>inclusive da onicofagia.</strong> Agende sua consulta&#8230;</p></div></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://microfisiosc.com/agendamento-de-consulta/">Agendar Consulta</a></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_28  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h4>Referências:</h4>
<p>www.veja.abril.com.br/saude/por-que-as-pessoas-roem-as-unhas-e-como-parar-com-o-habito/</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
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			</item>
		<item>
		<title>ENURESE, ENCOPRESE e TDAH &#8211; Entenda cada uma delas!</title>
		<link>https://microfisiosc.com/enurese-encoprese-e-tdah-entenda-cada-uma-delas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Thalez Perdoncini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 17:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://microfisiosc.com/?p=961</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://microfisiosc.com/enurese-encoprese-e-tdah-entenda-cada-uma-delas/">ENURESE, ENCOPRESE e TDAH &#8211; Entenda cada uma delas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://microfisiosc.com">MicroFisio SC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_12  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_29  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Você sabe o que é a enurese, encoprese ou TDAH? Então confira este artigo que irei explicar cada uma delas e como é o tratamento pela Microfisioterapia.</p>
<h2>Enurese</h2>
<p><strong>O termo enurese, de origem grega, significa &#8220;molhar-se ou urinar sobre si&#8221; é a urinação involuntária que pode ocorrer a qualquer momento do dia ou da noite.</strong></p>
<ul>
<li>Enurese primária: Crianças que nunca passaram a noite toda sem se molhar. Não é culpa da criança ou dos pais.</li>
<li>Enurese secundária: Crianças que não molhavam a cama por, pelo menos, 6 meses começam a molhar novamente.</li>
</ul>
<p>Existem muitas razões para que as crianças molhem a cama depois de estarem completamente treinadas. Podem ser físicas, emocionais ou apenas uma mudança.</p>
<h2>Encoprese</h2>
<p><strong>Encoprese eventualmente a pessoa suja suas roupas de fezes</strong>. É a dificuldade de controlar o esfíncter anal para a evacuação repetida de fezes em locais inadequados.</p>
<p>Com maior frequência, trata-se de um ato involuntário, mas ocasionalmente pode ser intencional. Deve ocorrer pelo menos uma vez por mês, por no mínimo 3 meses.</p>
<p>É uma<strong> desordem de causa fisiológica ou emocional</strong>, pode ocorrer tanto em adultos como em crianças.</p>
<blockquote><p>Estima-se que aproximadamente 1% das crianças com 5 anos de idade têm encoprese, sendo mais comum no sexo masculino.</p></blockquote>
<p>Quando a incontinência é claramente deliberada, características de Transtorno Desafiador Opositivo ou Transtorno da Conduta também podem estar presentes.</p>
<p>A encoprese pode persistir com exacerbações intermitentes por anos, mas raramente se torna crônica.</p>
<h2>TDAH</h2>
<p><strong>Enurese e TDAH são dois transtornos cuja associação é frequente em ambas as direções</strong>: cerca de 30% das crianças com TDAH são diagnosticadas com enurese e de 20-30% das crianças com enurese apresentam o quadro em co-ocorrência com o TDAH.</p>
<p>Como crianças e adolescentes tem vergonha de admitir que têm problemas para conter urinação ou defecação, muitas vezes a questão pode demorar a ser percebida pelos pais.</p>
<p>Quando a criança ou adolescente com incontinência, tem também TDAH, os pais, educadores e clínicos, tendem a demorar em perceber a enurese ou encoprese como um problema de fato, porque estão mais ‘absorvidos’ pelos prejuízos ocasionados pelo TDAH.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-969 aligncenter" src="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/Enurese.png" alt="Enurese, encoprese e tdah" width="800" height="439" srcset="https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/Enurese.png 800w, https://microfisiosc.com/wp-content/uploads/2019/05/Enurese-480x263.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<h3>Consequências da Enurese, Encoprese e TDAH</h3>
<p>Estudos revelam que cerca de 5 a 10% das crianças tem enurese, em sua maioria meninos, mas o problema tende a se extinguir com o passar da idade.</p>
<p>Cerca de 3% dos meninos e 2% das meninas tem enurese até os 10 anos de idade. Aproximadamente 1% segue com o problema até os 15 anos, sendo em sua maioria meninos.</p>
<p>Os índices de enurese costumam ser significativamente altos, especialmente em meninos com TDAH. Embora as pesquisas ainda não expliquem exatamente o porquê, estima-se que a enurese diurna ocorra 5 vezes mais em meninos com TDAH e a diurna 3 vezes mais.</p>
<blockquote><p>Não é incomum que meninos com TDAH molhem a cama até os 12 anos de idade.</p></blockquote>
<p>Ao passar anos da vida com o problema destrói a autoestima da criança, causa frustração, e gera conflitos familiares.</p>
<p>Estas crianças costumam evitar convívio social que implique dormir fora de casa, com receio de que seu ‘problema’ seja deflagrado por algum colega, o que obviamente implicaria em uma devastadora situação de humilhação e constrangimento, muito difícil de superar, mesmo depois do problema superado.</p>
<h3>Como identificar e fazer o tratamento adequado?</h3>
<p>Inicia-se através de avaliação médica, com o pediatra, e ou urologista / gastroenterologista, para ter certeza de que não existe um problema fisiológico.</p>
<p>No caso de questões físicas serem descartadas, o suporte psicoemocional torna-se fundamental. A psicoterapia é recomendada, não só para a criança, como também para seus pais, já que a enurese como a encropese, tendem a acarretar muito desgaste e figuram entre os maiores causadores de ansiedade, tanto na criança, quanto nos pais.</p>
<p>Pesquisas feitas com crianças com enurese /encoprese + TDAH, concluíram que o maior problema no tratamento, é a proporção de ausências de informações solicitadas, quando comparadas com grupos de crianças com enurese / encoprese, mas sem TDAH. Isto significa maior dificuldade em dar continuidade ao tratamento.</p>
<p>As consequências emocionais e psicológicas da enurese e da encoprese, tornam o tratamento necessário, sendo ambas reconhecidas como problemas de saúde classificadas pelo CID 10.<br />
Microfisioterapia, leitura biológica e constelações aplicadas</p>
<p>A incidência de queixas é maior com enurese do que com encoprese e maior durante período da infância diminuindo em adultos jovens.</p>
<p>Em ambos os resultados gradativamente são colhidos de forma positiva, assim como a TDAH já mencionada em outro momento no site.<strong><a href="https://microfisiosc.com/tdah/"> Confira a matéria completa sobre TDAH aqui</a>!</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_4 et_pb_promo  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_dark">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><div><p>A Microfisioterapia pode ajudar no tratamento de diversas doenças e transtornos, agende sua consulta&#8230;</p></div></div>
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			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_30  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h4>Referências:</h4>
<p>www.tdah.org.br/enurese-e-encoprese</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<p>O post <a href="https://microfisiosc.com/enurese-encoprese-e-tdah-entenda-cada-uma-delas/">ENURESE, ENCOPRESE e TDAH &#8211; Entenda cada uma delas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://microfisiosc.com">MicroFisio SC</a>.</p>
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